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DRA. ANA LÚCIA BELTRAME • CRM-SP 97.198
GINECOLOGIA, OBSTETRÍCIA E REPRODUÇÃO HUMANA

Anticoncepção

A anticoncepção é fundamental para a mulher que não deseja engravidar. Hoje em dia existem muitas formas de prevenção. A mais elementar, a camisinha, que evita também uma série de doenças perigosas, nem sempre é infalível, por isso casais com vida sexual ativa acabam buscando métodos alternativos.

Existe a injeção anticoncepcional, que pode ser mensal ou trimestral e atua sobre o organismo da mesma maneira que a pílula anticoncepcional. Ela é indicada para mulheres que costumam esquecer-se de tomar a pílula, ou para aquelas que por determinada razão precisam esconder o uso de anticoncepcional. Mas somente o ginecologista pode receitar a injeção. A automedicação é um perigo.

As pílulas anticoncepcionais costumam ser um método seguro. O maior inconveniente é que ela não deve ser esquecida jamais. Somente o ginecologista pode determinar qual o tipo de pílula ideal para cada paciente. A maioria delas contém 21 drágeas. O uso deve ser iniciado no primeiro dia da menstruação, com uma pausa de sete dias, após o término da cartela. Se tomada corretamente, passa a fazer efeito imediato.

Os adesivos tem o mesmo funcionamento da pílula. Deve ser colocado no primeiro dia da menstruação e retirado após 21 dias, para uma pausa de uma semana.

O anel vaginal também pode ser uma boa opção e consiste em um anel de cerca de 4 cm de diâmetro que é introduzido dentro da vagina no início do ciclo menstrual e deve ser trocado a cada 3 semanas.

O DIU (Dispositivo Intra Uterino) é uma pequena peça de plástico, normalmente recoberta por cobre, que impede a subida dos espermatozoides pelas trompas. Com isso, a fecundação não acontece. A durabilidade do DIU depende da quantidade de cobre que o recobrir. É um dos métodos anticoncepcionais mais eficientes, com uma margem de erro de apenas 1% de falha. Ele pode ser utilizado por mulheres que já engravidaram ou não. A fertilidade é recuperada rapidamente mesmo após uso prolongado.

Há também a opção do Mirena que é um endoceptivo, ou seja, um sistema intra-uterino que libera hormônio (levonorgestrel) diretamente no útero. Pode ser utilizado como método anticoncepcional, no tratamento de distúrbios menstruais e na terapia de reposição hormonal.


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